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Likes não pagam as contas, vendas sim.

Continuando o nosso papo sobre comunidades, gostaria de trazer hoje dois casos muito interessantes de duas empresas que nós da Fogazza amamos muito: O Cemitério Jardim da Ressurreição e a Netflix. Só de escrever esse post eu já estou rindo ao lembrar do posicionamento que essas marcas têm na comunidade e o quão genial é o marketing social deles. Primeiramente, vamos falar sobre a queridinha da nação, a Netflix.

Netflix é um serviço de streaming de vídeos norte-americano que ganhou território mundial e é atualmente o maior concorrente do YouTube, TV’s por assinatura e outros serviços de streaming como o da Amazon, Crackle, Net…, mas ela ganha em disparado aqui no Brasil e tem um motivo pra isso: Relacionamento interativo com o consumidor.

O Brasil está acostumado a ter um péssimo atendimento quando se trata de serviços de Telecom. É um terror tentar cancelar uma assinatura, plano ou reclamar sobre a qualidade de um serviço de grandes empresas. Tem até um vídeo feito pelo Portas dos Fundos que mostra claramente como é o relacionamento de grandes marcas com o consumidor final.

A Netflix e várias outras empresas vieram para ensinar às grandes marcas um conceito chamado de OminiChannel, que se baseia em pensar em toda a trajetória do consumidor e melhorar a sua experiencia enquanto ele tem contato com a empresa, seja num quiosque, loja, site, telefone, WhatsApp…, e evitar reclamações, entregando alto valor.

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Uma vez, uma amiga minha ligou para a Netflix para cancelar o serviço pois estava com problemas em sua internet e não estava assistindo as séries, então o atendente, que estava super animado e ouvia-se barulho de festa nos fundos devido a terem batido as metas do mês, fez o dia dela ser muito feliz: Entendeu o problema, viu o perfil de séries que ela tinha deixado de assistir, comentou sobre o que acontecia na série e ela estava perdendo e então sugeriu a suspensão da cobrança do serviço temporariamente em seu cartão de crédito, além de sugerir (em Off) a contratação de uma promoção de uma empresa de telefonia que não cobrava a Netflix e ainda enviou um cartão presente com um mês grátis para ela poder assistir em algum outro lugar ou presentear alguém (tipo eu aqui haha).

Basta você entrar na página da Netflix Brasil que você entenderá que o pessoal de Social Media deles é super conectado com a audiência e com as séries e filmes da plataforma, interagindo e engajando o público a acompanhar as novidades da plataforma sempre pela página, podendo inclusive sugerir conteúdo, sempre sendo respondido com ótimo humor.

Outro caso genial é o do nosso querido CEMI, o Cemitério Jardim da Ressurreição. Meio mórbido e engraçado ter uma referência de cemitério quando estamos falando sobre Ominichannel, não é? Mas é exatamente este o perfil do CEMI, meio mórbido e super engraçado.

É uma pagina real de um cemitério real no estado do Piauí que ganhou enorme repercussão a partir de 2016 quando deixou de lado suas postagens motivacionais, consoladoras e adaptaram um humor ácido, cheio de referências com memes da internet misturando ao conteúdo mórbido que gira em torno da morte. Literalmente, eu morro de rir com eles.

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Ao entrar em contato com a página, você verá um conteúdo super atualizado, engajamento fantástico e resposta imediata, mas, o grande trunfo do CEMI em 2018 foi o de criar um grupo-comunidade no Facebook onde as pessoas podem enviar conteúdo, interagir com a página e ter o seu conteúdo postado na página oficial. Similar ao que acontece com o South America Memes (que é outro case que traremos aqui em breve).

Quer saber mais sobre o Ominichannel? Comente “Eu quero” que te enviarei um presente que te ajudará a melhorar sua comunicação em sua página e quem sabe, ser um dos cases que eu trarei aqui.

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Agência Fogazza site_esta_na_hora_de_aposentar-180x180 Está na hora de aposentar sua Fanpage? Apps Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK  Publicidade

Está na hora de aposentar sua Fanpage?

Muitas vezes eu mesmo já cheguei a pensar em excluir ou aposentar as minhas fanpages, principalmente após os problemas com algoritmos, falta de engajamento e por gastar demais com anúncios.

É difícil manter a produção de conteúdo quando você não se sente motivado a produzi-lo devido à baixa audiência e por isso, muitas empresas excluem suas páginas e migram para outras redes. A propósito, você sabe qual é a diferença entre Rede Social e Mídia Social?

Rede Social, como o nome sugere, é uma plataforma onde o público é integrado e possui diversas conexões em vários níveis, como uma teia de aranha. Serve para o compartilhamento de conteúdo relevante para uma comunidade em especial e o relacionamento interativo com os seus membros.

Mídia social, como o nome sugere também, é uma plataforma onde o público é espectador do conteúdo ali compartilhado, porém, o conteúdo é feito pela própria comunidade que, interage também, mas de uma forma diferente em relação à rede social, sendo mais parecido com um debate sobre o que fora assistido ali.

O Facebook é uma Rede Social e foi criado para essa finalidade porém, ele tem sido utilizado por várias páginas como uma mídia social, onde eles criam o conteúdo, o público é alcançado mas não é incentivado a engajar pois a comunicação não é direcionada ao membro e sim à comunidade em geral e, sem o senso de exclusividade, o membro acaba não sentindo interesse em interagir. Pode até assistir ou visualizar o conteúdo, mas, não toma uma ação.

Antes de você tomar a decisão de excluir a sua página, gostaria que acompanhasse o nosso conteúdo especial dessa semana sobre Ferramentas que otimizam e melhoram a sua comunicação com a sua audiência. Pode ser?

Compartilhe esse conteúdo com um amigo, chefe ou alguém que possui uma página no Facebook para que todos possam aproveitar todo o potencial escondido nessa formidável rede social.

 

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Diagnóstico de sua Fanpage

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Agência Fogazza aumente-suas-views-no-youtube-tirando-o-maximo-proveito-dos-relatorios-1 Aumente suas views no Youtube tirando o máximo proveito dos relatórios Apps Blog Marketing Digital Publicidade Youtube  Youtube relatórios  Publicidade

Aumente suas views no Youtube tirando o máximo proveito dos relatórios

Youtube além de ser o maior acervo de vídeos do mundo, foi o principal responsável pelo consumo desenfreado de conteúdos áudio/visuais na web. Empresas e profissionais que trabalham em outras mídias sociais, sentiram a necessidade de encontrar seu público nesse segmento.

Se você ainda não migrou seu conteúdo para esse tipo de produção ou está tendo dificuldades para conseguir fazer o mesmo resultado que nos demais ambiente digitais, esse artigo, feito em parceria com o Reportei, foi escrito especialmente para você.

É valido lembrar que o Youtube não funciona como as demais redes sociais e seu algoritmo é composto por cálculos mais elaborados para o surgimento do engajamento nos vídeos, por isso devemos estar atentos aos 3 pontos principais da plataforma: Público-Alvo, Origem do tráfego e retenção do público.

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VAMOS EXPLORAR CADA UMA DE SUAS PECULIARIDADES PARA MELHOR ENTENDIMENTO DA ESTRATÉGIA.

PÚBLICO-ALVO

Nem sempre o público que consome seu conteúdo, será exatamente o mesmo no Youtube. É claro que podemos contar com outras mídias de apoio para gerar resultados, porém é válido lembrar que seu vídeo está sendo exposto para usuários que não conhecem ao certo sua empresa ou serviço.

Todo vídeo precisa de uma apresentação rápida de quem é você. Faça uma transcrição de seu material lembrando-se que no vídeo, o roteiro precisa ser mais direto e feito em forma de diálogo.

E para saber qual é o conteúdo matador para sua nova audiência, na aba demográfica do Youtube Analytics você tem acesso ao gênero e idade de quem está assistindo seus vídeos. É normal que esse público seja um pouco mais novo, devido a idade geral da audiência da plataforma.

Adaptar a linguagem para sua faixa etária, será essencial para a retenção do seu público.

ORIGEM DO TRÁFEGO

É óbvio que grande parte de quem irá acompanhar seu canal, estará presente no Youtube vendo seus vídeos direto na plataforma. Porém, você já imaginou quantos sites, blogs ou lista de reproduções o seu conteúdo pode estar?

Com novas tecnologias sendo criadas diariamente, como por exemplos, vídeos sendo assistidos diretamente no WhatsApp, por que devemos saber de onde os usuários estão assistindo?

É simples. Para podermos mensurar esse público e investirmos mais na área com mais resultados. Entender as formas de tráfego responsáveis pelas visualizações de seus vídeos pode ser uma ferramenta poderosa para gerar de forma orgânica mais views.

RETENÇÃO DO PÚBLICO

E por último, mas não menos importante, saber a taxa de rejeição ou aceitação de seu material é o climax do relatório. Para gerar uma boa estratégia, saber exatamente o que agrada seus telespectadores é algo que vai muito além do simples botões Gostei e Não Gostei.

Esse recurso permiti mensurar seus vídeo individualmente ou o canal completo. Faça uma relação entre minutos do vídeo e duração média de visualizações. Uma retenção média de no mínimo 20% já é considerado algo bastante promissor.

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Aproveite o Youtube Analytics para mensurar de forma individual seus vídeos para poder compará-los com envolvimento e engajamento dos demais.

Essa métrica costuma ser bastante interessante quando você consegue visualizar um aumento relativo com o período do números de seguidores. Caso você tenha um aumenta de inscritos, porém sua retenção continua a mesma, tente trazer mudar a linha de pensamento diferente nos próximos vídeos, para aumentar as visitas em seu canal.

INVISTA EM RELATÓRIOS

Esse foi apenas um resumo de como cada seção das métricas pode ser algo importantíssimo para seu trabalho quando analisadas de forma inteligente.

Caso você queria se aprofundar mais ainda e poder aprender de forma rápida e simples, a Reportei conta com relatórios detalhados e poderosos para você fazer com que seu canal do Youtube tenha sua devida taxa de sucesso.

Para testar a ferramenta você pode realizar um cadastro de testes gratuito através deste link.

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O erro de quem é social media e trabalha só com redes sociais

Por Por Fahen Carvalho

Agência Fogazza pexels-photo-238480-300x300 O erro de quem é social media e trabalha só com redes sociais Apps Blog Midia Social  Youtube WhatsApp redes sociais marketing digital instagram FACEBOOK  Publicidade  2018

A função social media começou a se popularizar nos últimos anos, com o avanço e o rápido crescimento das redes sociais. Lá em 2013, a revista Exame publicou este artigo, onde listou as “20 novas profissões que despontaram nos últimos cinco anos” e adivinha quem estava lá? Ela mesma, a função de gestor de mídias sociais (mais uma variação para social media). Como podemos perceber, a publicação da revista acertou e 2017 nos mostra a imensa gama de profissionais que trabalham com as redes sociais, inclusive eu.

Um dos fatores que contribui com a profissão foi o aumento da utilização de redes sociais no Brasil. Os brasileiros são extremamente ativos em diversas redes sociais (no Facebook principalmente). Isso trouxe uma cobrança para que as empresas se posicionassem e corressem atrás deste público. A comScore realizou uma pesquisa que trouxe diversos dados sobre os usuários brasileiros, confira alguns deles:

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Com a velocidade com que as coisas se transformam na internet, os dados já podem estar um pouco diferentes atualmente. Outra pesquisa interessante foi realizada em 2016, pela eMarketer, e colocou os usuários brasileiros como os principais da América Latina. O Brasil é o país com mais usuários do continente, com um total de 93,2 milhões até o final do ano (que já passou!).

O que podemos perceber sobre estas duas pesquisas?

É simples. Elas falam sobre pessoas e a forma que estas pessoas se colocam nas redes sociais. Acontece que para muita gente a função de social media significa apenas gerenciar as redes sociais de uma empresa, fazer as suas publicações. E se você pensa isso, você não está errado, mas existe um porém. As mídias sociais são redes de relacionamento e foram criadas para que as pessoas conversem, façam amigos, encontrem pessoas distantes, famosas ou simplesmente “stalkeiem” a vida dos outros, enfim, que se relacionem. Se o objetivo de estar em uma rede social é se relacionar, qual é o objetivo de uma empresa? Depende. Pode ser vender, pode ser aumentar os seguidores, pode ser para “já que todo mundo está no Facebook, eu também preciso estar”, pode ser todos esses motivos juntos, mas os resultados só serão alcançados quando você começar a dar protagonismo para as pessoas.

Mas eu estou falando de redes sociais, não de pessoas!

Sim, exatamente, mas as redes sociais são sobre o que o seu público quer ver versus o que você proporciona para ele. Agora reflita: quantas vezes você entrou no seu Facebook e pensou “Hum, vou comprar um tênis!”? Pois é, ninguém faz isso. Por que cargas d’água você insiste em tentar vender um produto a qualquer custo na sua rede social?

Trabalhar como social media é ter o dever de se lembrar (e lembrar o cliente) a todo instante que atrás da tela existe uma pessoa e ela está ali, rolando a timeline, sem planos para o futuro. Mas de alguma forma você precisa prender a atenção dela, antes que o seu post vá parar no limbo do Facebook. Agora reflita mais uma vez: por que alguém deveria ler o seu conteúdo? Por que deveriam seguir você? A partir do momento em que você entende que a sua marca não importa, a sua marca não é protagonista, ninguém quer saber que você tem 100 tipos de produtos diferentes disponíveis para compra, porque ninguém entrou no Facebook para saber disso (a não ser que você faça uma promoção exclusiva para a sua página, mas isso é outra história).

Nós precisamos entender de uma vez por todas que colocar as pessoas em primeiro plano é o mínimo que podemos fazer para que o trabalho de mídias sociais traga algum resultado. Quando eu abro o meu Facebook, eu não quero ver anúncios, não quero ver produtos, eu quero ver pessoas, quero ver histórias que sejam bem contadas, quero me emocionar, quero dar risada do cachorro que corre atrás da galinha, não importa. O que eu quero dizer é que as redes sociais são para entretenimento, são para a sociedade se comunicar e se relacionar.

O Itaú possui uma grande assertividade neste sentido. A empresa possui diversas campanhas que foram ao ar e não foram para falar de depósito, condições especiais, empréstimos, nada disso. As campanhas deram o foco para as emoções de quem assiste. E adivinha quem eles colocaram em foco? As pessoas! Você até chega a esquecer de que se trata de um banco, não é? O Itaú tem se posicionado dessa maneira há alguns anos e em diversas redes sociais. Vale a pena dar uma olhada no trabalho produzido.

O canal do banco no Youtube é bem bacana, para quem busca inspirações:

Deu pra entender qual é o fio da meada? Se a sua empresa é presente nas redes sociais, aproveite a oportunidade que você tem e se relacione com seus clientes, porque é isso que nós (usuários) queremos. Você pode fazer milhões de anúncios, trabalhar com os pixels do seu site, mas nada disso irá funcionar se o seu social media parar de pensar 100% do tempo em métricas e começar a pensar também nas pessoas. As tecnologias mudam, as ferramentas se atualizam, mas no fim, tudo se trata de pessoas e suas relações.

 

Agência Fogazza pexels-photo-1367271-180x180 Cresce porcentagem de mulheres na publicidade brasileira Blog Midia Social Publicidade  mulheres na publicidade Heads Propaganda  TODXS? – Uma análise da representatividade na publicidade brasileira  Publicidade  Minorias  Estudo

Cresce porcentagem de mulheres na publicidade brasileira

O estudo TODXS? – Uma análise a representatividade na publicidade brasileira, realizado pela Heads Propaganda, traz os resultados da sua quinta edição. Durante uma semana foram monitorados, durante 24 horas, 5.834 peças, 2.451 inserções de 30 segundos, 35 segmentos de mercado, e 228 marcas. No Facebook 1.183 posts foram estudados, representando 142 marcas de 24 diferentes segmentos de mercado.

De acordo com o estudo explorou quase 2.500 filmes, a participação de protagonistas mulheres em comerciais de TV chegou a 21%, desta porcentagem outros 21% são negras, contra 13% no levantamento anterior e muito superior ao 1% registrado na primeira onda, em 2015.

Mas ainda há um longo caminho a percorrer. Isso porque 69% dessas protagonistas negras são celebridades. Ou seja, existe muito espaço para avançar entre aquelas que estão fora dos holofotes. Já os homens são protagonistas em 33% dos comerciais, sendo 87% deles brancos. A situação dos homens negros continua estagnada em apenas 7%, mesmo número das ondas anteriores. O biotipo predominante continua sendo magro e de cabelos lisos, tanto para homens quanto mulheres.

Agência Fogazza 2591604689-publicidade457422707-1 Cresce porcentagem de mulheres na publicidade brasileira Blog Midia Social Publicidade  mulheres na publicidade Heads Propaganda  TODXS? – Uma análise da representatividade na publicidade brasileira  Publicidade  Minorias  Estudo   Para Ira Berloffa Finkelstein, vice-presidente de Estratégia da Heads e membro do Comitê Impulsionador He for She da ONU Mulheres no Brasil, ter mais mulh

eres negras protagonistas e mais cabelos cacheados e crespos em relação a ondas anteriores é um sinal positivo e “Indica que as campanhas estão antenadas às discussões da sociedade. Mas ainda é cedo para comemorar. Num país em que mais da metade da população é negra, podemos dizer que ainda não alcançamos um ideal de representatividade”.

Empoderamento feminino

Os filmes também foram analisados sob a ótica do empoderamento. Aqueles que “empoderam ao quebrar estereótipos” chegaram a 31% do total e superam as campanhas que reforçaram estereótipos de gênero. Número ainda longe do ideal, mas superior aos 12% registrados em 2015 e aos 25% da onda imediatamente anterior. Já os comerciais que reforçam estereótipos de gêneros são 18%, mesmo percentual do período anterior, mas menor do que a 1ª onda, onde eram 28%.

Para a executiva as marcas estão tendo a oportunidade de se renovar e estar em sintonia com os anseios da sociedade atual. E é possível fazer isso de diversas formas e tons de discurso, sem ferir o posicionamento de cada uma delas”, afirma a executiva.

Comunidade LGBT e Pessoas com deficiência

Embora reúna milhões de pessoas em todo o Brasil, o grupo formado por pessoas com algum tipo de deficiência ainda é invisível na publicidade brasileira. De acordo com o estudo somente 0,12% dos 2.451 comerciais de TV tinham entre os personagens alguém com algum tipo de deficiência. Ou seja, só três entre todos. A mesma invisibilidade vale para a população LGBT também. Apenas 0,33% da mesma amostra trazia no elenco um representante da comunidade, o que significa apenas oito comerciais entre os quase três mil analisados.

Redes Sociais

Além da televisão, 142 marcas de 24 diferentes segmentos de mercado foram analisadas no Facebook em um total de 1.183 posts. O quadro geral não é muito diferente. Entre as protagonistas mulheres, apenas 16% são negras. Houve melhora sensível no período de 12 meses, mas o percentual é ainda menor que o da televisão. Já entre os homens, 19% dos protagonistas são negros, índice maior que os 11% de um ano atrás, mas ainda distante do ideal. Já 72% de brancos. Também no Facebook, os protagonistas magros e de cabelos lisos, homens ou mulheres, predominam em larga escala.

Na rede social, 18% dos posts “empoderam ao quebrar estereótipos”, enquanto outros 6% reforçam estereótipos de gêneros. Já 73% são considerados neutros. O número elevado se justifica pela característica das redes de muitos posts com produtos, objetos em geral ou animações.

O Núcleo de Estratégia da Heads avaliou, por exemplo, quem são os personagens dos comerciais e também dos posts no Facebook, como estão retratados e o quanto contribuem para equidade de gênero. O levantamento também considera pontos como sazonalidade, influência de fatores externos, como grandes eventos, férias escolares, e também uma possível diminuição de estereótipos em virtude do inverno.