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Likes não pagam as contas, vendas sim.

Continuando o nosso papo sobre comunidades, gostaria de trazer hoje dois casos muito interessantes de duas empresas que nós da Fogazza amamos muito: O Cemitério Jardim da Ressurreição e a Netflix. Só de escrever esse post eu já estou rindo ao lembrar do posicionamento que essas marcas têm na comunidade e o quão genial é o marketing social deles. Primeiramente, vamos falar sobre a queridinha da nação, a Netflix.

Netflix é um serviço de streaming de vídeos norte-americano que ganhou território mundial e é atualmente o maior concorrente do YouTube, TV’s por assinatura e outros serviços de streaming como o da Amazon, Crackle, Net…, mas ela ganha em disparado aqui no Brasil e tem um motivo pra isso: Relacionamento interativo com o consumidor.

O Brasil está acostumado a ter um péssimo atendimento quando se trata de serviços de Telecom. É um terror tentar cancelar uma assinatura, plano ou reclamar sobre a qualidade de um serviço de grandes empresas. Tem até um vídeo feito pelo Portas dos Fundos que mostra claramente como é o relacionamento de grandes marcas com o consumidor final.

A Netflix e várias outras empresas vieram para ensinar às grandes marcas um conceito chamado de OminiChannel, que se baseia em pensar em toda a trajetória do consumidor e melhorar a sua experiencia enquanto ele tem contato com a empresa, seja num quiosque, loja, site, telefone, WhatsApp…, e evitar reclamações, entregando alto valor.

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Uma vez, uma amiga minha ligou para a Netflix para cancelar o serviço pois estava com problemas em sua internet e não estava assistindo as séries, então o atendente, que estava super animado e ouvia-se barulho de festa nos fundos devido a terem batido as metas do mês, fez o dia dela ser muito feliz: Entendeu o problema, viu o perfil de séries que ela tinha deixado de assistir, comentou sobre o que acontecia na série e ela estava perdendo e então sugeriu a suspensão da cobrança do serviço temporariamente em seu cartão de crédito, além de sugerir (em Off) a contratação de uma promoção de uma empresa de telefonia que não cobrava a Netflix e ainda enviou um cartão presente com um mês grátis para ela poder assistir em algum outro lugar ou presentear alguém (tipo eu aqui haha).

Basta você entrar na página da Netflix Brasil que você entenderá que o pessoal de Social Media deles é super conectado com a audiência e com as séries e filmes da plataforma, interagindo e engajando o público a acompanhar as novidades da plataforma sempre pela página, podendo inclusive sugerir conteúdo, sempre sendo respondido com ótimo humor.

Outro caso genial é o do nosso querido CEMI, o Cemitério Jardim da Ressurreição. Meio mórbido e engraçado ter uma referência de cemitério quando estamos falando sobre Ominichannel, não é? Mas é exatamente este o perfil do CEMI, meio mórbido e super engraçado.

É uma pagina real de um cemitério real no estado do Piauí que ganhou enorme repercussão a partir de 2016 quando deixou de lado suas postagens motivacionais, consoladoras e adaptaram um humor ácido, cheio de referências com memes da internet misturando ao conteúdo mórbido que gira em torno da morte. Literalmente, eu morro de rir com eles.

Agência Fogazza 50241546_1983990645030871_909059459177775104_n.jpg?_nc_cat=105&_nc_eui2=AeFK5Gt3T_K3li1chNaLKErZYansA7W5AXleeKsgtqki1LnUtoyIy8jMXSCHsEszTRvimw_dn_ElCEvcbvPl1UEgymNu0OOnQb_ZfDCVcrB42g&_nc_ht=scontent.fcgh12-1 Likes não pagam as contas, vendas sim. Apps Blog facebook Marketing Digital meme Midia Social prova social redes sociais  redes sociais netflix marketing digital FACEBOOK  Publicidade   A mudança de posicionamento aconteceu em 2015, após contratarem uma agência de marketing que, ao analisar os posts e engajamento da página, sugeriram um teste com humor, pois, segundo eles: “Os assuntos relacionados à morte nunca são interessantes” e a nova linha editorial atingiu um público nacional e hoje, o CEMI, como se autonomeia, virou um ponto turístico, além de ter aumentado sua receita exponencialmente, tendo jazigos sendo vendidos para pessoas de outros estados que querem ser enterrados no CEMI (inclusive eu haha).

Ao entrar em contato com a página, você verá um conteúdo super atualizado, engajamento fantástico e resposta imediata, mas, o grande trunfo do CEMI em 2018 foi o de criar um grupo-comunidade no Facebook onde as pessoas podem enviar conteúdo, interagir com a página e ter o seu conteúdo postado na página oficial. Similar ao que acontece com o South America Memes (que é outro case que traremos aqui em breve).

Quer saber mais sobre o Ominichannel? Comente “Eu quero” que te enviarei um presente que te ajudará a melhorar sua comunicação em sua página e quem sabe, ser um dos cases que eu trarei aqui.

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Agência Fogazza site_o_que_deve_ter_e_o_que_não_deve_ter-180x180 O que deve ter e o que não deve ter em sua página corporativa? Blog consultoria facebook Marketing Digital meme Midia Social Produtividade redes sociais  redes sociais marketing digital FACEBOOK consultoria

O que deve ter e o que não deve ter em sua página corporativa?

Devido ao post da semana passada, recebemos em nosso e-mail (contato@agenciafogazza.com) inúmeros pedidos de análise de fanpages e estamos respondendo todos aos poucos mas, eu dei uma olhadinha por cima e percebi algumas similaridades que acredito que façam toda a diferença na otimização do seu negócio.

Claro, há casos e casos, mas, nessas similaridades identifiquei coisas simples que você pode adaptar agora mesmo em sua fanpage. Vamos lá?

  1. Perfil corporativo é sobre a sua empresa, não sobre a sua vida de empresário/pessoal.

É até chato falar isso aqui, mas, vi muitas fotos nas páginas onde, o empreendedor estava fazendo de tudo, menos apresentando os produtos da empresa. Tinha gente bebendo, em piscinas, em reuniões, mostrando o painel do carro e sua mão no volante (essa em especial eu vi em pelo menos 8 páginas e não entendi até agora o que significa haha). A fanpage não deve ser uma vitrine de seus produtos, mas também não precisa ser a cobertura do making off de sua produção. Ela é o lugar onde você se comunica com o seu público, aproximando o relacionamento com os seus clientes, deixando claro que você está ali para sanar a necessidade deles e em contrapartida, oferece conteúdo relevante e que gere alto valor à sua audiência. Então, menos é mais e se for publicar algo lá, pense se este conteúdo será relevante para a sua audiência entender que a sua oferta é interessante para eles comprarem de você.

  1. Configurações básicas em sua página melhoram o alcance de suas publicações.

Na fanpage, existem inúmeras ferramentas de configurações para melhorar o alcance do seu conteúdo, mas mesmo assim, muitas empresas vão no básico e duelam num campo de batalha com um público geral, sendo que poderiam segmentar melhor o seu alcance com configurações básicas na aba SOBRE. É possível alterar o segmento de sua página, o idioma, região de atendimento, contatos… As configurações básicas servem para você ser encontrado de maneira otimizada pela sua audiência. Faz parte do que chamamos aqui se SEO Onboard.

  1. A aba INFORMAÇÕES não é de enfeite.

Pois é, tem gente que nunca utilizou essa aba por ser muito difícil de se compreender. Mas se você se esforçar um pouquinho, perceberá que ela é aba mais importante na sua fanpage pois, é onde descobrimos quem é seu real público, melhores horários de postagens, tipo de postagem favorita pela audiência, relatórios de desempenho e todas “informações” necessárias para potencializar sua experiência como página no Facebook.

  1. Comunidades e Marketplaces são as novas mídias dessa rede social.

Você não leu errado, utilizei o termo mídia e rede social dentro da mesma frase indicando a mesma plataforma. É exatamente o que define o Facebook hoje em dia. Ele foi construído para ser uma rede social, mas, abriu um campo para integrar uma MÍDIA DE COMERCIO SOCIAL (se quiser saber mais sobre Comercio Social, leia esse artigo em nosso site clicando aqui permitindo que usuários comercializem entre si produtos e serviços sem o intermédio de uma plataforma de vendas, similar ao OLX. Muitas empresas não utilizam essas duas ferramentas por falta de conhecimento, mas, farei um post especificando os benefícios e mecanismos para poder participar corretamente dessas comunidades sem ter sua conta bloqueada. Acompanhe!

Agência Fogazza site_ferramentas_ocultas_no_facebook-180x180 Ferramentas ocultas no Facebook anúncios Apps Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social Publicidade redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK anúncio

Ferramentas ocultas no Facebook

Semana passada, falamos sobre o porquê algumas marcas possuem forte influência no Facebook enquanto outras patinam nas mesmas estratégias. Falamos sobre a autoridade e ainda dei um relato de quando eu ainda era um consultor iniciante no marketing digital. Incentivei a utilização do Facebook como ferramenta de relacionamento com o Consumidor e agora, falarei sobre a participação de praças (comunidades) de forma profissional, e ainda te darei mais um bônus. Está pronto?

Agência Fogazza q?_encoding=UTF8&MarketPlace=BR&ASIN=8543105331&ServiceVersion=20070822&ID=AsinImage&WS=1&Format=_SL250_&tag=danilofogazza-20 Ferramentas ocultas no Facebook anúncios Apps Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social Publicidade redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK anúncio   Philip Kotler é considerado um dos maiores Gurus da comunidade de marketing mundial. Ele é um dos escritores mais importantes no ramo, sendo Co escritor da “Bíblia da Inovação” e difusor de técnicas importantes como AIDA, 4 P’s e Inovação Disruptiva. Recentemente, ele lançou o livro chamado “Marketing 4.0” (link com desconto) onde ele aborda uma reestruturação nos padrões dos 4P’s do marketing (Produto, Preço, Praça e Promoção), adaptando-os a nova realidade do mercado digital, e é sobre um desses termos, que considero um dos mais importantes nesse novo conceito, que falaremos essa semana. O P de Praça tornou-se C de Comunidade.

Marketing é um conjunto de técnicas e processos que definem as relações entre a sua empresa e o restante do mercado. Ele passou por várias fases, desde o marketing 1.0 que era centrado no produto, onde o público tinha que se adaptar ao produto (ex. a montadora Ford só fabricava carros pretos), o marketing 2.0 onde a opinião do consumidor começou a valer na produção de novos produtos (ex. pesquisas e promoções em mercados e vias públicas antes do lançamento de algum produto), o marketing 3.0 que é voltado ao Social, onde o cliente dá um retorno sob a marca através do meio social para a grande audiência (ex. recomendações, comentários, compartilhamentos, surgimento do Reclame Aqui…) e agora, estamos diante do marketing 4.0 onde o cliente dita as novas regras do mercado pois, ele agora faz parte de uma comunidade conectada que busca sempre a melhor qualidade, preços e exclusividades (ex. Air BnB, Uber, Olx, MarketPlace do Facebook…). Nesse novo marketing, o cliente tornou-se crítico de conteúdo, não sendo mais facilmente convencido pelas grandes marcas pois agora ele tem toda a especificidade do produto antes da aquisição. Nessa nova fase, não há mais separação entre Online e Offline pois, um tornou-se extensão do outro e agora o cliente avalia 100% do atendimento num ambiente de multicanais (Ominichannel).

É nesse cenário que entra o foco em Comunidades e como a sua empresa pode usufruir de todo o potencial dessas comunidades, entregando ao seu público o que ele precisa, dentro do tempo certo e através dos mecanismos corretos.

Abordaremos melhor isso durante a semana, mas lembre-se “O consumidor não quer mais ser convencido, ele quer ser ensinado”.

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Agência Fogazza ir?t=danilofogazza-20&l=am2&o=33&a=8543105331 Ferramentas ocultas no Facebook anúncios Apps Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social Publicidade redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK anúncio

Agência Fogazza site_esta_na_hora_de_aposentar-180x180 Está na hora de aposentar sua Fanpage? Apps Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK  Publicidade

Está na hora de aposentar sua Fanpage?

Muitas vezes eu mesmo já cheguei a pensar em excluir ou aposentar as minhas fanpages, principalmente após os problemas com algoritmos, falta de engajamento e por gastar demais com anúncios.

É difícil manter a produção de conteúdo quando você não se sente motivado a produzi-lo devido à baixa audiência e por isso, muitas empresas excluem suas páginas e migram para outras redes. A propósito, você sabe qual é a diferença entre Rede Social e Mídia Social?

Rede Social, como o nome sugere, é uma plataforma onde o público é integrado e possui diversas conexões em vários níveis, como uma teia de aranha. Serve para o compartilhamento de conteúdo relevante para uma comunidade em especial e o relacionamento interativo com os seus membros.

Mídia social, como o nome sugere também, é uma plataforma onde o público é espectador do conteúdo ali compartilhado, porém, o conteúdo é feito pela própria comunidade que, interage também, mas de uma forma diferente em relação à rede social, sendo mais parecido com um debate sobre o que fora assistido ali.

O Facebook é uma Rede Social e foi criado para essa finalidade porém, ele tem sido utilizado por várias páginas como uma mídia social, onde eles criam o conteúdo, o público é alcançado mas não é incentivado a engajar pois a comunicação não é direcionada ao membro e sim à comunidade em geral e, sem o senso de exclusividade, o membro acaba não sentindo interesse em interagir. Pode até assistir ou visualizar o conteúdo, mas, não toma uma ação.

Antes de você tomar a decisão de excluir a sua página, gostaria que acompanhasse o nosso conteúdo especial dessa semana sobre Ferramentas que otimizam e melhoram a sua comunicação com a sua audiência. Pode ser?

Compartilhe esse conteúdo com um amigo, chefe ou alguém que possui uma página no Facebook para que todos possam aproveitar todo o potencial escondido nessa formidável rede social.

 

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Agência Fogazza site_porque_seus_anuncios_nao_alcancam-180x180 Por que seus anúncios não alcançam sua audiência total? ads anúncios Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social redes sociais  redes sociais prova social marketing digital instagram FACEBOOK anúncio ads

Por que seus anúncios não alcançam sua audiência total?

A publicidade paga ajuda a potencializar o alcance de sua audiência, possibilitando maiores taxas de conversão e reconhecimento de marca. Porém, como falamos essa semana, os algoritmos do Facebook têm diminuído o alcance orgânico de páginas, forçando o maior investimento em anúncios patrocinados ou até mesmo no investimento em outras soluções de publicidade.

Você já percebeu que as postagens de um ano atrás alcançavam mais pessoas e hoje em dia, é um sacrifício atingir um terço daquela audiência? Toda postagem que você faz agora aparece um botão “Promover” e muitas vezes, você cai nesse “golpe” e investe rios de dinheiro e não converte nada. ☹

Pois bem, hoje vou te ensinar um TRUQUE que otimizará seu investimento em anúncios e ainda possibilitará a melhor segmentação do seu público, além de melhorar sua gestão dos objetivos a serem atingidos com os anúncios (KPI’s).

Essa solução chama-se “GERENCIADOR DE ANÚNCIOS”. É uma plataforma de gestão de anúncios pagos do próprio Facebook, muito similar ao Painel de Anúncios da concorrente Google Ads. Nessa plataforma, é possível criar anúncios segmentados e fazer alterações durante o trajeto, é possível também, escolher o tipo de anúncio a ser vinculado, otimizar o custo por lead e criar formulários de captação de leads dentro do próprio Facebook, analisar todos os dados demográficos, interesses, geolocalização da sua persona, utilização de Pixels que integram com o seu site e de quebra, vincula o anúncio a outras plataformas como o Instagram e a rede de display do Facebook. É uma plataforma completa para anúncios pagos, permitindo a exportação de relatórios e muito mais.

Fuja dos botões “Promover”, conheça essa ferramenta incrível e eleve seus anúncios para um outro nível.

Você tem alguma dúvida sobre como mexer no Gerenciador de Anúncios? Deixe sua dúvida nos comentários abaixo que um de nossos consultores te responderá assim que possível.

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Por que sua audiência não interage com a sua marca?

Aposto que você já tenha parado pra pensar sobre isso alguma vez. “Se o meu Produto é bom, os Profissionais da minha empresa são ótimos e o Processo de atendimento é otimizado, por que a minha audiência não interage com a minha marca?
Você já tentou utilizar imagens motivacionais, enquetes e até mesmo conteúdos exclusivos, mas mesmo assim, a conversão de interação é muito baixa em comparação ao seu maior concorrente.

Sempre que um cliente traz o seu projeto para analisarmos quais serão as melhores estratégias de marketing a serem aplicadas, um dos pilares que fixamos é o gatilho da AUTORIDADE. Quando a sua marca é vista com Autoridade, o seu público tende a compará-la com outras marcas, mas criando forte distanciamento pois, você está em um nível superior e as outras “não são uma BRASTEMP”.

Ter autoridade de marca é o que diferencia uma grande empresa de um negócio que vende um produto similar. Mas é muito difícil ganhar autoridade quando não se tem POSICIONAMENTO DE MARCA e isso é o que faz toda a diferença.

Quando falamos em Autoridade, significa que, sua marca entrega um valor superior às demais pois, suas soluções são pensadas nas necessidades do seu público e ainda entrega garantias e um valor intangível que é pertencer a uma parcela da sociedade que utiliza um produto ou serviço bem visto pelos outros. Quando falamos de Posicionamento, nos referimos a um degrau abaixo da autoridade, aquilo que serve de base para que sua empresa seja vista como referência em seu segmento. Mas, “COMO EU DEFINO O POSICIONAMENTO DA MINHA MARCA?”

Primeiramente, você precisa responder o seguinte:

  • POR QUE você faz o que faz (além do retorno financeiro)?
  • Por que a sua empresa existe?
  • Qual é a dor do mercado que você está sanando?
  • Qual é o motivo nobre por trás de seus produtos ou serviços?
  • Qual a diferença ou transformação que você proporcionará ao seu consumidor?
  • Como você saberá que o seu consumidor terá acesso a essa transformação?
  • O que você acredita e quais são os seus valores?
  • Como você vê a sua empresa ou negócio daqui há 5 anos?

Pense primeiramente no “Porque”, antes do “Como” e antes do “O que” ou seja, entenda as bases de sua empresa, depois defina a proposta de valor que você oferecerá em sua oferta e só então, qual será o produto ou serviço responsável por essa transformação na vida do consumidor.

Entendendo isso, você saberá qual é o posicionamento de sua empresa em seu mercado e entenderá qual é o melhor conteúdo para interagir com o seu público e entregar valor.

Muitas vezes, mesmo tendo tudo isso bem definido, seu público não interage como deveria e isso é devido a inúmeros fatores, como: Horário em que foi postado o conteúdo, o Formato do conteúdo não é atraente, a segmentação do público está errada, os Dados demográfico e não demográficos são divergentes ao que você deseja atingir… e isso nos leva de volta a prancheta, onde precisaremos redefinir o nosso público para que a mensagem seja entregue a quem se destina.

Durante essa semana, te ensinarei algumas técnicas que ajudarão a sua audiência a interagir melhor com a sua marca e ainda te darei um bônus que facilitará o seu trabalho com o Facebook.

“As pessoas não compram o que você faz, elas compram o por que você faz” – Simon Sinek

Agência Fogazza q?_encoding=UTF8&MarketPlace=BR&ASIN=B076C2GQ8X&ServiceVersion=20070822&ID=AsinImage&WS=1&Format=_SL250_&tag=danilofogazza-20 Por que sua audiência não interage com a sua marca? Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social redes sociais  Rede Social prova social marketing digital marcas instagram FACEBOOK   Nos baseamos num conceito conhecido como Círculo Dourado criado pelo inglês Simon Sinek que ficou conhecido quando o mesmo publicou o livro “Starts With Why”, que aqui no Brasil foi lançado com o nome de “Por Quê? – Como Grandes Líderes Inspiram Ação”.

Desde então muitos publicitários e profissionais de marketing tem utilizado a metodologia do autor para analisar as campanhas dos concorrentes e as que eles mesmos produzem.

Agora você dever estar se perguntando: círculo dourado? Mas como assim? Que coisa é essa?

Separei um vídeo do Simon explicando melhor esse conceito que completará toda a sua leitura até aqui.

 

Gostou do conteúdo? Marque um amigo que precisa entender melhor como funciona o processo de Posicionamento de Marca ou deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.

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Agência Fogazza site_o_facebook_ainda_funciona-180x180 O Facebook ainda funciona? Blog facebook prova social redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK

O Facebook ainda funciona?

Facebook ainda é a maior Rede Social do Mundo. Com mais de 2 bilhões de usuários conectados em todo o mundo e cerca de 125 milhões de usuários conectados mensalmente no Brasil. O Facebook permanece na liderança, sendo seguido pelo Instagram, YouTube, LinkedIn e Twitter.

Agência Fogazza f1c69021-b9ff-4cca-994d-17cdb970dd55 O Facebook ainda funciona? Blog facebook prova social redes sociais  redes sociais prova social marketing digital FACEBOOK

Ano do terror para Mark Zuckerberg

Em 2018, o Facebook perdeu território na assiduidade de seus usuários, devido a várias mudanças nos algoritmos de relacionamento causando baixo alcance orgânico e denúncias de vazamentos de dados, dando abertura ao crescimento de outras redes sociais e o surgimento de novas, além de fazer com que muitas empresas decidissem aposentar seus perfis e páginas.

Porém, vale destacar que esses problemas foram perceptíveis apenas às páginas profissionais pois, a grande massa de usuários comuns continuou a utilizar a plataforma normalmente e manteve o seu crescimento. Houveram casos de páginas que se tornaram perfis (e foram bloqueadas por isso). Mas, mesmo dentro deste caos, muitas páginas continuaram a crescer e outras ganharam muito mais a partir disso. Mas, por quê?

Gostaria que você parasse para analisar o seguinte: A menos que você trabalhe exclusivamente com o ambiente corporativo (B2B), quem consome produtos e serviços ou é responsável por aquisições em suas casas ou empresas são pessoas físicas, que frequentam o Facebook diariamente. Por mais que o alcance orgânico tenha diminuído, o Marketing de Conteúdo ainda continua uma forte ferramenta para se conseguir Conversões qualificadas, se otimizado com a utilização de todo o potencial do Facebook.

Nessa semana, irei te mostrar alguns benefícios OCULTOS que sua fanpage possui e como você pode otimizá-la a ponto de torná-la uma catalizadora de Leads Qualificados.

E pra você? O Facebook ainda funciona?

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Agência Fogazza site_diagnostico_da_sua_fanpage-180x180 Diagnóstico de sua Fanpage Blog facebook Marketing Digital Midia Social prova social Publicidade  prova social marketing digital instagram FACEBOOK consultoria  Publicidade

Diagnóstico de sua Fanpage

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Agência Fogazza pexels-photo-744464-180x180 Facebook exigirá que os anúncios baseados em problemas sejam rotulados ads anúncios Blog facebook Midia Social prova social  FACEBOOK anúncio ads

Facebook exigirá que os anúncios baseados em problemas sejam rotulados

Escrito por Amanda Zantal-Wiener

Nos últimos meses, o Facebook esteve em uma campanha aparentemente interminável para associar seu nome a uma maior transparência: seus termos, suas políticas de privacidade e como ele aborda e classifica o conteúdo compartilhado em seu site.

Hoje, o  Axios informa que o último conjunto de alterações está chegando: desta vez, na forma de rótulos obrigatórios para anúncios baseados em problemas.

Muito disso começou no último cair,quando foi revelado que a rede social tinha sido armada por atores estrangeiros para espalhar informações falsas e divisivas, na esperança de influenciar a eleição presidencial dos EUA em 2016.

Esse escrutínio só foi aumentado em Marcha,quando  foram feitas revelações sobre a empresa de consultoria Cambridge (agora fechada), que obtinha e alavancava indevidamente dados pessoais de usuários.

Ele foi abordado de várias maneiras, incluindo o CEO Mark Zuckerberg, que testemunhou perante o Congresso por dois dias de audiências consecutivas . E nos dias que antecederam esse testemunho, o Facebook revelou uma série de mudanças reativas, incluindo atualizações em suas políticas de verificação e rotulagem de anúncios.

Um olhar sobre as políticas de anúncios em mudança do Facebook

Onde as mudanças recentes começaram

Em outubro, o Facebook disse que apenas os anunciantes verificados – aqueles que enviaram um documento de identidade emitido pelo governo e forneceram um endereço físico para a empresa – teriam permissão para exibir anúncios eleitorais, como os de um candidato específico concorrendo a um cargo.

Em abril, a empresa disse que esses anúncios também viriam com um rótulo “Anúncio político” , especificando detalhes sobre quem pagou por ele.

Naquele mesmo mês, o Facebook anunciou que esse processo de verificação também se aplica a anúncios relacionados a questões que são frequentemente as maiores fontes de debate durante as eleições. Mas o anúncio não indicou que esses anúncios exigiriam rótulos – ainda não, de qualquer forma.

Novos rótulos para anúncios com base em problemas

Mas, como Axios relata, o Facebook agora planeja lançar essa exigência para anúncios que são baseados em questões altamente contestadas, especialmente durante as temporadas eleitorais.

E embora a verificação dos anunciantes por trás desse conteúdo promovido tenha sido um primeiro passo forte, a rotulação dele poderia se tornar ainda mais imperativa, já que muitos conteúdos baseados em conteúdo de crédito tiveram o maior papel nos esforços mencionados para influenciar as eleições nos EUA.

Quando esta verificação foi anunciada pela primeira vez no mês passado, o Facebook disse que faria parcerias com terceiros para determinar de forma abrangente quais são esses problemas – uma lista que a  Axios diz que inclui tópicos como  controle de armas, políticas de imigração e “valores”.

Transparência Adora Empresa

O relatório vem na esteira de um anúncio do Google na semana passada de que também lançará novas políticas para anúncios eleitorais nos EUA. Isso começaria com um processo de verificação semelhante ao do Facebook, bem como a divulgação futura de um  Transparency Report que aprofundará quem está financiando anúncios eleitorais no Google e o quanto esses indivíduos ou grupos estão gastando com eles.

Os esforços de transparência também incluirão o que o Google chama de “uma biblioteca pesquisável para anúncios eleitorais”, que parece ser similar ao Facebook de anúncios políticos divulgado em abril. Esse arquivo, diz o Facebook, armazenará o texto completo e as imagens de todos os anúncios com o rótulo “Anúncio político”, além do número de impressões recebidas e das informações demográficas sobre o público a que chegou.

É importante notar que o Facebook não foi a única plataforma online a ser usada como arma para a disseminação da desinformação – o Google também enfrentou a mesma quantidade de críticas pela mesma coisa, o que poderia ser uma motivação por trás dessas iniciativas de transparência de anúncios. .

O YouTube, que pertence ao Google, experimentou seus próprios desafios com a disseminação de conteúdo de divisão, que a CEO Susan Wojcicki abordou no SXSW em março.

E o Twitter, que tem sido criticado por funcionar como uma rede repleta de bots de propagação de contendas e bullying, disse que está passando por esforços para abordar, medir e melhorar a saúde de sua plataforma.

Transparência e ética estão reverberando temas em toda a indústria de tecnologia nos últimos tempos. À luz das repercussões experimentadas pelo Facebook nesses vários itens – como desinformação e privacidade de dados -, juntamente com muitos de seus pares no setor, tem se esforçado para fazer declarações ousadas sobre ética.

Na F8 – a conferência anual de desenvolvedores do Facebook realizada na semana passada – a ética ocupou o centro do palco ao discutir determinados tópicos, como o crescimento da  inteligência artificial está forçando os desenvolvedores a lidar com o viés da aprendizagem de máquina, por exemplo.

E na Microsoft Build, ontem, a CEO Satya Nadella deu o tom para a palestra de abertura proclamando logo no início: “A privacidade é um direito humano”.

Muitos esperam que temas semelhantes ecoem em toda a conferência anual de desenvolvedores do Google, a I / O, que começa hoje com uma palestra de abertura às 13h.

Nós estaremos cobrindo a palestra mais tarde hoje, então fique atento para esses desenvolvimentos – e outros que surgem ao longo desta corrente de responsabilidade tecnológica.

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O erro de quem é social media e trabalha só com redes sociais

Por Por Fahen Carvalho

Agência Fogazza pexels-photo-238480-300x300 O erro de quem é social media e trabalha só com redes sociais Apps Blog Midia Social  Youtube WhatsApp redes sociais marketing digital instagram FACEBOOK  Publicidade  2018

A função social media começou a se popularizar nos últimos anos, com o avanço e o rápido crescimento das redes sociais. Lá em 2013, a revista Exame publicou este artigo, onde listou as “20 novas profissões que despontaram nos últimos cinco anos” e adivinha quem estava lá? Ela mesma, a função de gestor de mídias sociais (mais uma variação para social media). Como podemos perceber, a publicação da revista acertou e 2017 nos mostra a imensa gama de profissionais que trabalham com as redes sociais, inclusive eu.

Um dos fatores que contribui com a profissão foi o aumento da utilização de redes sociais no Brasil. Os brasileiros são extremamente ativos em diversas redes sociais (no Facebook principalmente). Isso trouxe uma cobrança para que as empresas se posicionassem e corressem atrás deste público. A comScore realizou uma pesquisa que trouxe diversos dados sobre os usuários brasileiros, confira alguns deles:

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Com a velocidade com que as coisas se transformam na internet, os dados já podem estar um pouco diferentes atualmente. Outra pesquisa interessante foi realizada em 2016, pela eMarketer, e colocou os usuários brasileiros como os principais da América Latina. O Brasil é o país com mais usuários do continente, com um total de 93,2 milhões até o final do ano (que já passou!).

O que podemos perceber sobre estas duas pesquisas?

É simples. Elas falam sobre pessoas e a forma que estas pessoas se colocam nas redes sociais. Acontece que para muita gente a função de social media significa apenas gerenciar as redes sociais de uma empresa, fazer as suas publicações. E se você pensa isso, você não está errado, mas existe um porém. As mídias sociais são redes de relacionamento e foram criadas para que as pessoas conversem, façam amigos, encontrem pessoas distantes, famosas ou simplesmente “stalkeiem” a vida dos outros, enfim, que se relacionem. Se o objetivo de estar em uma rede social é se relacionar, qual é o objetivo de uma empresa? Depende. Pode ser vender, pode ser aumentar os seguidores, pode ser para “já que todo mundo está no Facebook, eu também preciso estar”, pode ser todos esses motivos juntos, mas os resultados só serão alcançados quando você começar a dar protagonismo para as pessoas.

Mas eu estou falando de redes sociais, não de pessoas!

Sim, exatamente, mas as redes sociais são sobre o que o seu público quer ver versus o que você proporciona para ele. Agora reflita: quantas vezes você entrou no seu Facebook e pensou “Hum, vou comprar um tênis!”? Pois é, ninguém faz isso. Por que cargas d’água você insiste em tentar vender um produto a qualquer custo na sua rede social?

Trabalhar como social media é ter o dever de se lembrar (e lembrar o cliente) a todo instante que atrás da tela existe uma pessoa e ela está ali, rolando a timeline, sem planos para o futuro. Mas de alguma forma você precisa prender a atenção dela, antes que o seu post vá parar no limbo do Facebook. Agora reflita mais uma vez: por que alguém deveria ler o seu conteúdo? Por que deveriam seguir você? A partir do momento em que você entende que a sua marca não importa, a sua marca não é protagonista, ninguém quer saber que você tem 100 tipos de produtos diferentes disponíveis para compra, porque ninguém entrou no Facebook para saber disso (a não ser que você faça uma promoção exclusiva para a sua página, mas isso é outra história).

Nós precisamos entender de uma vez por todas que colocar as pessoas em primeiro plano é o mínimo que podemos fazer para que o trabalho de mídias sociais traga algum resultado. Quando eu abro o meu Facebook, eu não quero ver anúncios, não quero ver produtos, eu quero ver pessoas, quero ver histórias que sejam bem contadas, quero me emocionar, quero dar risada do cachorro que corre atrás da galinha, não importa. O que eu quero dizer é que as redes sociais são para entretenimento, são para a sociedade se comunicar e se relacionar.

O Itaú possui uma grande assertividade neste sentido. A empresa possui diversas campanhas que foram ao ar e não foram para falar de depósito, condições especiais, empréstimos, nada disso. As campanhas deram o foco para as emoções de quem assiste. E adivinha quem eles colocaram em foco? As pessoas! Você até chega a esquecer de que se trata de um banco, não é? O Itaú tem se posicionado dessa maneira há alguns anos e em diversas redes sociais. Vale a pena dar uma olhada no trabalho produzido.

O canal do banco no Youtube é bem bacana, para quem busca inspirações:

Deu pra entender qual é o fio da meada? Se a sua empresa é presente nas redes sociais, aproveite a oportunidade que você tem e se relacione com seus clientes, porque é isso que nós (usuários) queremos. Você pode fazer milhões de anúncios, trabalhar com os pixels do seu site, mas nada disso irá funcionar se o seu social media parar de pensar 100% do tempo em métricas e começar a pensar também nas pessoas. As tecnologias mudam, as ferramentas se atualizam, mas no fim, tudo se trata de pessoas e suas relações.